Casa Espírita Missionários da Luz - ESDE - 23/02/2016
Tema: Estudo do capítulo 1 de
Nosso Lar
Objetivos:
1)
Refletir sobre a condição de vida de
André Luiz e os reflexos na sua condição após a desencarnação;
2)
Relacionar as características do Umbral
com os conceitos sobre fluidos da DE;
3)
Levar os participantes a refletirem
sobre seu estilo de vida: estou tranquilo com relação ao meu despertar após a
desencarnação?
Bibliografia:
O Nosso Lar, Introdução e Cap.1
A Gênese, Allan Kardec, cap. VI item 2, Cap. XI item 25, XIV – Fluidos, Cap.
XVII, item 15
O Livros dos Espíritos, pergs 159, 163, 164, 165, 250, 253 à 257
Evang. Espiritismo: parábola do Mau Rico – cap. “Não se pode servir a
Deus e a Mamom”, item 5.
Material: apresentação PowerPoint; textos para os
grupos, exemplar de Evang.Seg.Espiritismo
Desenvolvimento:
- Leitura do
Evangelho: parábola de Lázaro (Mau Rico) e fazer a prece inicial
- Fazer uma reflexão com o grupo sobre a parábola de Lázaro e a obra
Nosso Lar: tem relação?
- estamos ouvindo as
informações de André Luiz?
- estamos revendo os
nossos valores e objetivos na vida, frente à realidade da vida espiritual?
- Propor trabalho em grupos:
- Dividir a turma em 3 grupos, para estudo de itens do capítulo 1
‘Nas Zonas Inferiores’ do livro
Nosso Lar. Entregar a cada grupo, os comandos da tarefa e textos de apoio,
se necessário. (20 min)
5. Apresentação dos grupos (e projeção de slides de apoio de cada
capítulo).
Grupo 1
Tempo e espaço:
“Eu guardava a impressão de haver perdido a ideia
de tempo. A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito.”
- Por que André Luiz havia perdido a noção de espaço e tempo? Como é
para o Espírito desencarnado, o tempo e o espaço?
“O
tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias; a
eternidade não é suscetível de medida alguma, do ponto de vista da duração;
para ela, não há começo, nem fim: tudo lhe é presente.” A Gênese, cap. VI, item 2
Assim,
por exemplo, estando os séculos fora da vida etérea da alma, poderíamos
escrever um número tão longo quanto o equador terrestre e supor-nos
envelhecidos desse número de séculos, sem que na realidade nossa alma conte um
dia a mais. A Gênese, cap. VI, item 2
Para
um Espírito, no espaço, não há levantar nem pôr-de-Sol a marcar os dias, nem
revolução periódica a marcar os anos; só há, para ele, a duração e o espaço
infinitos. A Gênese, Cap. XVII, item
15
Grupo 2
Despertar no mundo espiritual
“E a
estranha viagem prosseguia... Com que fim? Quem o poderia dizer? Apenas sabia
que fugia sempre... O medo me impelia de roldão. Onde o lar, a esposa, os
filhos? Perdera toda a noção de rumo. O receio do ignoto e o pavor da treva
absorviam-me todas as faculdades de raciocínio, logo que me desprendera dos
últimos laços físicos, em pleno sepulcro!”
Qual o motivo do medo que André Luiz sentia?
Fugindo sempre, ele conseguia mudar de lugar? Afinal, que lugar é esse que ele
estava?
LE 164. A perturbação que se segue à separação
da alma e do corpo é do mesmo grau e da mesma duração para todos os Espíritos? “Não; depende da elevação de cada um. “
==> O
medo era devido ao desconhecido, não saber de sua situação, se encontrar sem
nenhum familiar, amigo, e de se perceber num ambiente totalmente hostil.
LE 165. “Muito
variável é o tempo que dura a perturbação que se segue à morte. Pode ser de
algumas horas, como também de muitos meses e até de muitos anos. (...)”
“Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito
fica atordoado com a brusca mudança que nele se operou; considera ainda a morte
como sinônimo de destruição, de aniquilamento. Ora, porque pensa, vê, ouve, tem
a sensação de não estar morto.”
A Gênese, Cap. XIV item 11
“O meio está sempre em relação com a natureza
dos seres que têm de nele viver: (...)”
“Ora, do mesmo modo que os peixes não podem
viver no ar; (...), os Espíritos inferiores não podem suportar o brilho e a
impressão dos fluidos mais etéreos. (...) uma força instintiva os mantêm afastados
dali, como a criatura terrena se afasta de um fogo muito ardente ou de uma luz
muito deslumbrante. Eis aí por que não podem sair do meio que lhes é apropriado
à natureza; para mudarem de meio, precisam antes mudar de natureza, despojar-se
dos instintos materiais que os retêm nos meios materiais; numa palavra, que se
depurem e moralmente se transformem.”
==> André
Luiz estava num meio correspondente à sua faixa de vibração.
Grupo 3
Reflexões...
“Reconhecia, agora, a esfera diferente a
erguer-se da poalha do mundo e, todavia, era tarde.”
“Em
momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos. Os
princípios puramente filosóficos, políticos e científicos, figuravam-se-me
agora extremamente secundários para a vida humana.”
“Verificava
que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse
algo é a fé, manifestação divina ao homem. Semelhante análise surgia, contudo,
tardiamente.”
(Poalha: Poeira leve na atmosfera....)
O que essas reflexões de André Luiz demonstram?
==> Essas reflexões, embora tardias, não são como a
recomendação de Sto Agostinho, na resposta à questão 919 do LE?
“No
intervalo de suas encarnações, o Espírito progride igualmente, no sentido de
que aplica ao seu adiantamento os conhecimentos e a experiência que alcançou no
decorrer da vida corporal; examina o que fez enquanto habitou a Terra, passa em
revista o que aprendeu, reconhece suas faltas, traça planos e toma resoluções
pelas quais conta guiar-se em nova existência, com a idéia de melhor se conduzir.
“
A
Gênese, Cap XI, item 25
Como foi a vida de André
Luiz?
- filosofia do imediatismo
- pais excessivamente
generosos
- títulos universitários
sem sacrifício
- vícios da mocidade do
seu tempo
- perseguia situações de
establibidade econômica
- surdo a comezinhos
deveres da fraternidade
==> Pensando nessa análise
que André Luiz fez de sua própria vida, pensemos: como estou vivendo a minha
atual encarnação? Quais são os vícios do meu tempo?
- abrir para reflexões
conjuntas
6. Trabalho de casa:
Por que André Luiz, não foi aprisionado por
serem inferiores, porém inteligentes e dedicados ao mal?
7. Encerrar lendo o último parágrafo do cap.1.
“Oh! amigos da Terra! quantos de vós podereis evitar o caminho da
amargura com o preparo dos campos interiores do coração? Acendei vossas luzes
antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade, antes que a verdade vos
surpreenda.
Suai agora para não chorardes depois.”
8. Prece final.
Conteúdos
Capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’
Grupo 1
Tempo e espaço:
“Eu guardava a impressão de haver perdido a
idéia de tempo. A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito.”
- Por que André Luiz havia perdido a noção de espaço e tempo? Como é
para o Espírito desencarnado, o tempo e o espaço?
Conteúdos
Capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’
Grupo 2
Despertar no mundo
espiritual
“E a estranha viagem prosseguia... Com que fim? Quem o poderia dizer?
Apenas sabia que fugia sempre... O medo me impelia de roldão. Onde o lar, a
esposa, os filhos? Perdera toda a noção de rumo. O receio do ignoto e o pavor
da treva absorviam-me todas as faculdades de raciocínio, logo que me
desprendera dos últimos laços físicos, em pleno sepulcro!”
Qual o motivo do medo
que André Luiz sentia? Fugindo sempre, ele conseguia mudar de lugar? Afinal,
que lugar é esse que ele estava?
Conteúdos
Capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’
Grupo 3
“Reconhecia,
agora, a esfera diferente a erguer-se da poalha do mundo e, todavia, era tarde.”
“Em momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos.
Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos, figuravam-se-me
agora extremamente secundários para a vida humana.”
“Verificava que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente
intelectual. Esse algo é a fé, manifestação divina ao homem. Semelhante análise
surgia, contudo, tardiamente.”
(Poalha: Poeira leve na atmosfera....)
O que essas reflexões de André Luiz demonstram?
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