quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Nosso Lar - Capítulo 1 - ‘Nas Zonas Inferiores’

Casa Espírita Missionários da Luz - ESDE - 23/02/2016

Tema: Estudo do capítulo 1 de Nosso Lar

Objetivos:
1)    Refletir sobre a condição de vida de André Luiz e os reflexos na sua condição após a desencarnação;
2)    Relacionar as características do Umbral com os conceitos sobre fluidos da DE;
3)    Levar os participantes a refletirem sobre seu estilo de vida: estou tranquilo com relação ao meu despertar após a desencarnação?

Bibliografia:
O Nosso Lar, Introdução e Cap.1
A Gênese, Allan Kardec, cap. VI item 2, Cap. XI item 25, XIV – Fluidos, Cap. XVII, item 15
O Livros dos Espíritos, pergs 159, 163, 164, 165, 250, 253 à 257
Evang. Espiritismo: parábola do Mau Rico – cap. “Não se pode servir a Deus e a Mamom”, item 5.


Material: apresentação PowerPoint; textos para os grupos, exemplar de Evang.Seg.Espiritismo

Desenvolvimento:
  1. Leitura do Evangelho: parábola de Lázaro (Mau Rico) e fazer a prece inicial
  2. Fazer uma reflexão com o grupo sobre a parábola de Lázaro e a obra Nosso Lar: tem relação?
- estamos ouvindo as informações de André Luiz?
- estamos revendo os nossos valores e objetivos na vida, frente à realidade da vida espiritual?

  1. Propor trabalho em grupos:

  1. Dividir a turma em 3 grupos, para estudo de itens do capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’  do livro Nosso Lar. Entregar a cada grupo, os comandos da tarefa e textos de apoio, se necessário. (20 min)

5.     Apresentação dos grupos (e projeção de slides de apoio de cada capítulo).


Grupo 1
Tempo e espaço:
Eu guardava a impressão de haver perdido a ideia de tempo. A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito.

- Por que André Luiz havia perdido a noção de espaço e tempo? Como é para o Espírito desencarnado, o tempo e o espaço?

“O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias; a eternidade não é suscetível de medida alguma, do ponto de vista da duração; para ela, não há começo, nem fim: tudo lhe é presente.”                                                                                                        A Gênese, cap. VI, item 2

Assim, por exemplo, estando os séculos fora da vida etérea da alma, poderíamos escrever um número tão longo quanto o equador terrestre e supor-nos envelhecidos desse número de séculos, sem que na realidade nossa alma conte um dia a mais.                                                 A Gênese, cap. VI, item 2

Para um Espírito, no espaço, não há levantar nem pôr-de-Sol a marcar os dias, nem revolução periódica a marcar os anos; só há, para ele, a duração e o espaço infinitos.     A Gênese, Cap. XVII, item 15


            Grupo 2
Despertar no mundo espiritual
“E a estranha viagem prosseguia... Com que fim? Quem o poderia dizer? Apenas sabia que fugia sempre... O medo me impelia de roldão. Onde o lar, a esposa, os filhos? Perdera toda a noção de rumo. O receio do ignoto e o pavor da treva absorviam-me todas as faculdades de raciocínio, logo que me desprendera dos últimos laços físicos, em pleno sepulcro!”

Qual  o motivo do medo que André Luiz sentia? Fugindo sempre, ele conseguia mudar de lugar? Afinal, que lugar é esse que ele estava?

LE 164. A perturbação que se segue à separação da alma e do corpo é do mesmo grau e da mesma duração para todos os Espíritos? “Não; depende da elevação de cada um. “
==> O medo era devido ao desconhecido, não saber de sua situação, se encontrar sem nenhum familiar, amigo, e de se perceber num ambiente totalmente hostil.


LE 165.  “Muito variável é o tempo que dura a perturbação que se segue à morte. Pode ser de algumas horas, como também de muitos meses e até de muitos anos. (...)”
“Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado com a brusca mudança que nele se operou; considera ainda a morte como sinônimo de destruição, de aniquilamento. Ora, porque pensa, vê, ouve, tem a sensação de não estar morto.”

A Gênese, Cap. XIV item 11
“O meio está sempre em relação com a natureza dos seres que têm de nele viver: (...)”
“Ora, do mesmo modo que os peixes não podem viver no ar; (...), os Espíritos inferiores não podem suportar o brilho e a impressão dos fluidos mais etéreos. (...) uma força instintiva os mantêm afastados dali, como a criatura terrena se afasta de um fogo muito ardente ou de uma luz muito deslumbrante. Eis aí por que não podem sair do meio que lhes é apropriado à natureza; para mudarem de meio, precisam antes mudar de natureza, despojar-se dos instintos materiais que os retêm nos meios materiais; numa palavra, que se depurem e moralmente se transformem.”
==> André Luiz estava num meio correspondente à sua faixa de vibração.

Grupo 3
Reflexões...
Reconhecia, agora, a esfera diferente a erguer-se da poalha do mundo e, todavia, era tarde.
“Em momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos. Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos, figuravam-se-me agora extremamente secundários para a vida humana.”
“Verificava que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé, manifestação divina ao homem. Semelhante análise surgia, contudo, tardiamente.”
(Poalha: Poeira leve na atmosfera....)

O que essas reflexões de André Luiz demonstram?
==> Essas reflexões, embora tardias, não são como a recomendação de Sto Agostinho, na resposta à questão 919 do LE?


“No intervalo de suas encarnações, o Espírito progride igualmente, no sentido de que aplica ao seu adiantamento os conhecimentos e a experiência que alcançou no decorrer da vida corporal; examina o que fez enquanto habitou a Terra, passa em revista o que aprendeu, reconhece suas faltas, traça planos e toma resoluções pelas quais conta guiar-se em nova existência, com a idéia de melhor se conduzir. “
A Gênese, Cap XI, item 25
Como foi a vida de André Luiz?
- filosofia do imediatismo
- pais excessivamente generosos
- títulos universitários sem sacrifício
- vícios da mocidade do seu tempo
- perseguia situações de establibidade econômica
- surdo a comezinhos deveres da fraternidade

==> Pensando nessa análise que André Luiz fez de sua própria vida, pensemos: como estou vivendo a minha atual encarnação? Quais são os vícios do meu tempo?
      - abrir para reflexões conjuntas


6.    Trabalho de casa:
Por que André Luiz, não foi aprisionado por serem inferiores, porém inteligentes e dedicados ao mal?


7.    Encerrar lendo o último parágrafo do cap.1.
“Oh! amigos da Terra! quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com o preparo dos campos interiores do coração? Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade, antes que a verdade vos surpreenda.
Suai agora para não chorardes depois.”


8.    Prece final.



Conteúdos Capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’
Grupo 1

Tempo e espaço:
Eu guardava a impressão de haver perdido a idéia de tempo. A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito.

- Por que André Luiz havia perdido a noção de espaço e tempo? Como é para o Espírito desencarnado, o tempo e o espaço?





Conteúdos Capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’
Grupo 2


Despertar no mundo espiritual
“E a estranha viagem prosseguia... Com que fim? Quem o poderia dizer? Apenas sabia que fugia sempre... O medo me impelia de roldão. Onde o lar, a esposa, os filhos? Perdera toda a noção de rumo. O receio do ignoto e o pavor da treva absorviam-me todas as faculdades de raciocínio, logo que me desprendera dos últimos laços físicos, em pleno sepulcro!”

Qual o motivo do medo que André Luiz sentia? Fugindo sempre, ele conseguia mudar de lugar? Afinal, que lugar é esse que ele estava?





Conteúdos Capítulo 1 ‘Nas Zonas Inferiores’
Grupo 3

Reconhecia, agora, a esfera diferente a erguer-se da poalha do mundo e, todavia, era tarde.
“Em momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos. Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos, figuravam-se-me agora extremamente secundários para a vida humana.”
“Verificava que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé, manifestação divina ao homem. Semelhante análise surgia, contudo, tardiamente.”
(Poalha: Poeira leve na atmosfera....)


O que essas reflexões de André Luiz demonstram?

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