Casa
Espírita Missionários da Luz - ESDE1 - 03/09/2013
Tema:
Compromissos Afetivos
Objetivos:
a)
Identificar a importância da responsabilidade na área dos
envolvimentos afetivos
b)
Citar a necessidade da maturidade psicológica, da disciplina e do
respeito ao próximo no campo das uniões afetivas
c)
Identificar no casamento um sinal de progresso
Bibliografia:
O
Livro dos Espíritos, pergs: 291,
695, 696, 697, “Laços de família” - 774 e 775; “Uniões
Antipáticas” – Perguntas 939 a 940
O
Evang.Segundo o Espiritismo, Cap. XVII item 7 “O Dever”, Cap.
XXII itens 3 e 5
Desafios
da Educação – Camilo/Raul Teixeira, Parte 3 'A Honra de
Procriar”, pergs. 28, 29, 33
Desafios
da Vida Familiar – Camilo/Raul Teixeira, “Formação dos Casais”,
pergs. 15 à 25, “O Casamento na Terra”;
Vida
e Sexo, Emmanuel/Chico Xavier, “Energia Sexual”, “Compromisso
Afetivo” e “Casamento”.
Vereda
Familiar, Thereza de Brito/Raul Teixeira, Cap. 6 e 7.
Missionários
da Luz - André Luiz/Chico Xavier, Cap. 13
1.
Leitura Inicial: Momento
Espírita “ Lesões Afetivas” de 10/05/2010 e prece de abertura.
2.
Casamento - Leitura e comentários das perg's de o Livro dos
Espíritos:
695.
Será contrário à lei da Natureza o casamento, isto é, a união
permanente de dois seres?
“É
um progresso na marcha da Humanidade.”
696.
Que efeito teria sobre a sociedade humana a abolição do casamento?
“Seria
uma regressão à vida dos animais.”
O
estado de natureza é o da união livre e fortuita dos sexos. O
casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades
humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se observa
entre todos os povos, se bem que em condições diversas. A abolição
do casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e
colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o
exemplo de uniões constantes.
==>
Objetivos do Casamento – transformação dos laços consanguíneos
em laços espirituais.
Pq
a abolição do casamento seria uma regressão à vida dos animais?
(Perg. 696)
- seria a ação puramente por instinto, deixando de lado a superioridade da razão que já adquirimos.
- Os laços sociais e familiares são necessários ao progresso.
==>
O casamento é sinal de progresso da sociedade. Mas será que todos
temos que casar? Quais devem ser as motivações para o Casamento (
Vereda Familiar Cap.6 - “A Respeito dos Esponsais” )
===>
discussão 2 a 2, por 2 min.
Quais
os requisitos que deveriam ser atendidos para se chegar a um
casamento “real e leal”?
==>
Segundo Thereza de Brito, cap. 6 “A Respeito dos Esponsais” de
Vereda Familiar, os requisitos seriam:
- maturidade de intenções;
- sentimento de bem-querer;
- afinidade de corações;
- diálogo prazeroso;
- acompanhamento fraternal;
- ternura espontânea;
- conjugação dos ideais.
A
solidão e o instinto carnal (energia sexual) são requisitos para o
casamento?
==>
Não! Quais seriam as soluções para essas situações?
Ainda
temos a resposta em Thereza de Brito no mesmo capítulo:
“ A
solidão e o instinto carnal não recomendam por si mesmos, a união
esponsalícia, mas sim, pedem prestação de serviço ao semelhante,
como medicação para o solitário, tanto quanto esforço educativo
da libido desgovernada, a fim de que se torne fonte de vida, ao invés
de paul de miasmas.
Todas
as vezes em que a vinculação conjugal se alicerça sobre carências,
advém a certeza de que será de curta duração o cometimento, ainda
que permaneçam os parceiros sob o mesmo teto”.
==>
É preciso maturidade psicológica, da
disciplina e do respeito ao próximo no campo das uniões afetivas.
Como vimos na página inicial, muitos conflitos e dores são devido a
lesões afetivas.
3.
Divórcio
697.
Está na lei da Natureza, ou somente na lei humana, a
indissolubilidade absoluta do casamento?
“É
uma lei humana muito contrária à da Natureza. Mas os homens podem
modificar suas leis; só as da Natureza são imutáveis.”
939.
Uma vez que os Espíritos simpáticos são induzidos a unir-se, como
é que, entre os encarnados, freqüentemente só de um lado há
afeição e que o mais sincero amor se vê acolhido com indiferença
e, até, com repulsão? Como é, além disso, que a mais viva afeição
de dois seres pode mudar-se em antipatia e mesmo em ódio?
“Não
compreendes então que isso constitui uma punição, se bem que
passageira? Depois, quantos não são os que acreditam amar
perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências, e que,
obrigados a viver com as pessoas amadas, não tardam a reconhecer que
só experimentaram um encantamento material! Não basta uma pessoa
estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas
qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la.
Tanto assim que, em muitas uniões, que a princípio parecem
destinadas a nunca ser simpáticas, acabam os que as constituíram,
depois de se haverem estudado bem e de bem se conhecerem, por
votar-se, reciprocamente, duradouro e terno amor, porque assente na
estima! Cumpre não se esqueça de que é o Espírito quem ama e não
o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê
a realidade.
“Duas
espécies há de afeição: a do corpo e a da alma, acontecendo com
freqüência tomar-se uma pela outra. Quando pura e simpática, a
afeição da alma é duradoura; efêmera a do corpo. Daí vem que,
muitas vezes, os que julgavam amar-se com eterno amor passam a
odiar-se, desde que a ilusão se desfaça.”
940.
Não constitui igualmente fonte de dissabores, tanto mais amargos
quanto envenenam toda a existência, a falta de simpatia entre seres
destinados a viver juntos?
“Amaríssimos,
com efeito. Essa, porém, é uma das infelicidades de que sois, as
mais das vezes, a causa principal. Em primeiro lugar, o erro é das
vossas leis. Julgas, porventura, que Deus te constranja a permanecer
junto dos que te desagradam? Depois, nessas uniões, ordinariamente
buscais a satisfação do orgulho e da ambição, mais do que a
ventura de uma afeição mútua. Sofreis então as conseqüências
dos vossos prejuízos.”
a)
— Mas, nesse caso, não há quase sempre uma vítima inocente?
“Há
e para ela é uma dura expiação. Mas, a responsabilidade da sua
desgraça recairá sobre os que lhe tiverem sido os causadores. Se a
luz da verdade já lhe houver penetrado a alma, em sua fé no futuro
haurirá consolação. Todavia, à medida que os preconceitos se
enfraquecerem, as causas dessas desgraças íntimas também
desaparecerão.”
==>
é válida a separação, o divórcio? Quando se aplicaria?
=====>
cochicho 2 a 2 por 2 minutos
Ainda
temos a resposta em Thereza de Brito no mesmo livro, capítulo 8
“Separações e Consciência”:
“Sem
hesitação, afirmamos que toda separação traumatiza o psiquismo de
um ou de outro, ou dos dois, em admitindo que as pessoas não são
feitas de mármore, frias, ainda que tentem passar essa imagem aos
que as cercam ou se esforcem por não incomodar os afetos e amigos.”
E
acrescenta: (o que nós podemos fazer)
- não trocar um problema áspero, às vezes, por outro não menos rude;
- ninguém é detentor de totalidade das virtudes;
- tentar-se o diálogo esclarecedor;
- o carinho límpido;
- acompanhamento solidário;
- oração honesta e profunda;
- cooperação fluidoterápica;
- procura de um profissional equilibrado e digno, que respeite a construção familiar, a fim de evitar a separação definitiva.
==>
Como existe o livre-arbítrio, e temos muitas fragilidades e vícios,
pode acontecer de ocorrer um casamento por motivos equivocados,
gerando dissabores e tristeza entre os cônjuges. Como a resposta do
LE – perg.940, podemos buscar no divórcio a solução. O
importante é não perdermos o respeito pelo outro, é aprendermos
com a experiência para não voltarmos a cometer o mesmo engano.
Entretanto,
havendo filhos, esses deveriam passar a ser a principal preocupação
e cuidados dos pais...
==>
Mas e se o outro quiser a separação e não vc?
Ainda
é Thereza que nos orienta, para que não sejamos um estorvo perante
o cônjuge equivocado.
==>
Se já houve a separação, como agir? Perante o(a) ex, perante novos
relacionamentos.
====>
cochicho 2 a 2 por 2 minutos
Ainda
temos a resposta em Thereza de Brito no mesmo livro, capítulo 8
“Separações e Consciência”:
- fuja das aventuras fúteis supondo-se livre e desimpedido;
- seja mais cuidadoso(a) nos novos relacionamentos;
- não alimentes revoltas, não abasteça as labaredas do ódio, não mantenha indiferença para com os “ex”. Ore por eles, como, onde e com quem estejam.
4.
Casamento no Plano Espiritual
==>
existem casamentos no plano espiritual?
291.
Além da simpatia geral, oriunda da semelhança que entre eles
exista, votam-se os Espíritos recíprocas afeições particulares?
“Do
mesmo modo que os homens, sendo, porém, que mais forte é o laço
que prende os Espíritos uns aos outros, quando carentes de corpo
material, porque então esse laço não se acha exposto às
vicissitudes das paixões.”
==>
Casamento no Plano Espiritual - Os Mensageiros, Cap. 30 – André
Luiz/Chico Xavier
“Nossa
irmã Isaura, que se casou em “Campo da Paz”, há três anos, lá
reside em companhia do esposo, que é funcionário dos Serviços de
Investigação do Ministério do Esclarecimento.
Percebendo-nos
a curiosidade, prosseguiu:
— Morava
ele conosco, mas, desde muito tempo, foi convocado a serviços por
lá, vindo, mais tarde, buscar a noiva.
Vicente,
que se mantinha em atitude expectante, exclamou:
— Tocamos
num assunto que muita admiração me tem despertado, desde que
regressei dos círculos terrenos. Não tinha, no mundo, a menor idéia
de que pudéssemos cogitar de uniões matrimoniais, depois da morte
do corpo. Quando assisti a festividades dessa natureza, em “Nosso
Lar”, confesso que minha surpresa raiou pela estupefação.
Cecília,
vivaz, acentuou, sorrindo:
— Isto
se deu também conosco. Entretanto, é forçoso reconhecer que tal
estado dalma resulta do exclusivismo pernicioso a que nos entregamos
no plano carnal, porque, se o casamento humano é um dos mais belos
atos da existência na Terra, porque deixaria de existir aqui, onde a
beleza é sempre mais quintessenciada e mais pura? “
5.
O que é o AMOR entre dois seres?
Missionários
da Luz
- André Luiz/Chico Xavier, Cap. 13
“...
não devemos esquecer que o sexo, na existência humana, pode ser um
dos instrumentos do amor, sem que o amor seja o sexo. Por isso mesmo,
os homens e as mulheres, cuja alma se vai libertando dos cativeiros
da forma física, escapam, gradativamente, do império absoluto das
sensações carnais. Para eles, a união sexual orgânica vai
deixando de ser uma imposição, porque aprendem a trocar os valores
divinos da alma, entre si, alimentando-se reciprocamente, através de
permutas magnéticas, não menos valiosas para os setores da Criação
Infinita, gerando realizações espirituais para a eternidade
gloriosa, sem qualquer exigência dos atritos celulares. Para esse
gênero de criaturas, a união reconfortadora e sublime não se acha
circunscrita à emotividade de alguns minutos, mas constitui a
integração de alma com alma, através da vida inteira, no campo da
Espiritualidade Superior. Diante dos fenômenos da presença física,
bastam-lhes, na maioria das vezes, o olhar, a palavra, o simples
gesto de carinho e compreensão, para que recebam o magnetismo
criador do coração amado, impregnando-se de força e estímulo para
as mais difíceis edificações. (...)
- Não há criação sem fecundação. As formas físicas descendem das uniões físicas. As construções espirituais procedem das uniões espirituais. A obra do Universo é filha de Deus. O sexo, portanto, como qualidade positiva ou passiva dos princípios e dos seres, é manifestação cósmica em todos os círculos evolutivos, até que venhamos a atingir o campo da Harmonia Perfeita, onde essas qualidades se equilibram no seio da Divindade. “
- Prece de encerramento.
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“A
Honra de Procriar” - Camilo/Raul Teixeira – Diretrizes da
Educação
Nenhuma
função que tenha o espírito na Terra encarnado será mais bela ou
mais pujante do que a função de co-criador com Deus.
O
Criador depôs em cada um dos Seus Filhos essa chama,
perenemente acesa, alimentada por essa energia cósmica que
tudo penetra, que tudo inunda, que tudo faz vibrar, e que se
convencionou chamar de Vida. (...)
No
consórcio esponsalício, quando duas almas se unem sob a bênção
do amor, essa sublime energia criadora que se movimenta em todo ser
humano, chamada energia sexual, estabelece a nutrição
hormono-psíquica do casal, ocasião em que se diz, simbolicamente,
que os dois se tornam uma só carne, facultando que levem uma
vida harmonizada, à semelhança de quem se vale de um copo d'água
fresca quando tem sede.
Junto
desses hormônios em atividade durante os relacionamentos do amor,
seja na sua expressão genital ou nas trocas de ternuras, no
envolvimento do carinho, desenvolvem-se outras formas de energia,
decorrentes da energia mental, capazes de alimentar os centros
energéticos – centros de força – do corpo espiritual,
repercutindo sobre o corpo físico, fechando o circuito do amor
conjugal. Nasce o impulso afetivo no espírito. (…)
Enquanto
reencarnados na Terra, os espíritos, na sua quase totalidade,
necessitam dessas experiências sob risco de enfermarem,
psicologicamente, espiritualmente, quando não ofertem nem recebam
esses nectares da Vida. (...)
Essas
energias criadoras não são encontradas somente nos casais, mas,
conforme já o assinalamos, está presente em todas as criaturas.
Assim é que ela está no gesto enternecido entre almas que se amam,
independente de relações conjugais, independente de contatos
genitais. Está ativa no afeto dos amigos que se abraçam, que se
tocam ou simplesmente se envolvem psiquicamente, sem qualquer contato
corporal, produzindo o mesmo efeito.
Perg.21:
Por que temos de buscar alguém que nos complemente o psiquismo? E a
nossa individualidade?
A
Divindade estabeleceu para a vida na Terra o regime da
interdependência. Para que o egoísmo não alcance níveis mais
alarmantes, quis o Criador que, embora individuais, inteiros,
tivéssemos necessidade da relação uns com os outros.
Em
termos orgânicos, quando encarnados, temos necessidade do alimento
material. Para isso estão ao dispor de cada ser humano os alimentos
dos reinos vegetal, mineral e animal, para reabastecer o edifício
somático.
Entanto,
os indivíduos carecem de outras energias, a energia que nos chega
doas astros, da natureza em torno, principalmente de outras almas.
Não é à toa que somos animais sociais – como afirmou Platão –
pois sentimos falta do contato dos outros, dos fluidos dos demais
irmãos, como se fossem combustível para a vida. Aliás, é a
ausência dos fluidos de outra pessoa em nós que nos impõe um
sentimento que chamamos saudade. Sentimos a presença ou a ausência
dos fluidos característicos tanto de pessoas quanto de lugares.
Saudade, então, representa um processo de “desnutrição”
psíquica que pode fazer adoecer, psicológica e fisicamente, ou
mesmo matar biologicamente. Morre-se de saudade como se morre de
inanição no mundo. (...)
Daí,
as pessoas amadas, sejam amigas, sejam esposos, filhos, pais, irmãos,
deixam-nos carentes dos seus fluidos quando estão longe de nós,
fisicamente. Passamos a sentir esvaecimento, surge a necessidade de
complementação. O recebimento de uma carta, uma chamada telefônica,
um encontro, mesmo que rápido, apaziguam a angustiosa sensação.
Então, verificamos que há uma relação biopsíquica entre as
pessoas vinculadas por afetividade.
LESÕES
AFETIVAS
Várias
são as lesões que atingem o ser humano durante sua jornada terrena.
Algumas leves, de fácil cicatrização, outras mais profundas e
duradouras. Dentre elas vamos encontrar as responsáveis por
desatinos de variada ordem, que são as lesões afetivas.
Fruto
do desrespeito que temos uns pelos outros, as lesões afetivas têm
ocasionado homicídios, suicídios, abortos, injúrias que dilapidam
ou arrasam a existência das vítimas, feridas no afeto que lhes
alimentava as forças.
Quantas
lágrimas de aflição, quantos crimes são cometidos na sombra, em
nome dessas lesões provocadas nas profundezas da alma.
Esquecendo-nos de que cada criatura leva, em sua intimidade,
caracteres próprios, não conseguimos medir suas resistências, nem
suas reações diante de uma promessa não cumprida.
Usando
a desculpa do amor livre e do sexo liberado, não temos atentado para
as consequências amargas que resultam da nossa falta de respeito ao
próximo. Na ânsia de satisfazer os desejos carnais, não hesitamos
em nos envolver levianamente com pessoas que sentem, tanto quanto nós
mesmos, carências de afeto e sede de compreensão e carinho.
Quantas
crianças nascem, fruto desses envolvimentos irresponsáveis, e
amargam o abandono e a solidão como filhos rejeitados por um ou
outro dos pais, ou pelos dois. Quantos levam no coraçãozinho a
tristeza de não poder pronunciar a doce palavra pai, porque
aquele que o gerou não honrou o compromisso, deixando à companheira
toda a responsabilidade pela condução da criança.
Quantos
homens e mulheres que juram fidelidade, nos votos feitos por ocasião
do matrimônio, e que levianamente os rompem, envolvendo-se com
outras pessoas, provocando lesões afetivas inconsequentes.
Certamente muitos desses delitos não são catalogados pelas leis
humanas, mas não passam despercebidos nas Leis de Deus, que exigem
dos responsáveis a devida reparação, no momento oportuno.
É
importante que reflitamos acerca desse assunto que nos diz respeito.
É imprescindível que respeitemos os sentimentos alheios tanto
quanto desejamos ter os nossos sentimentos respeitados. Se não
queremos ou não podemos manter um romance de carinho a dois, não o
iniciemos. Lembremos que, acima das leis humanas, existem as Leis
Divinas, das quais não poderemos fugir, como seres imortais que
somos. Se as infringirmos, teremos que efetuar a devida reparação
mais cedo ou mais tarde.
E
se hoje a carência afetiva nos dilacera a alma, pode ser que
estejamos reparando delitos cometidos anteriormente. É possível que
Deus permita que soframos a falta do afeto que não soubemos
valorizar quando tínhamos. Muitos de nós estamos altamente
compromissados com as Leis de Deus, em matéria de amor e sexo
irresponsáveis. Por esse motivo, mesmo estando casada, grande parte
das criaturas sente falta de afeto e carinho, amargando as
consequências dos delitos cometidos contra os semelhantes, na área
da afetividade.
Dessa
forma, vale a pena valorizarmos os sentimentos alheios, para que no
futuro possamos ser merecedores do afeto e da fidelidade que tanto
necessitamos.
Redação
do Momento Espírita com base no cap.Lesões
Afetivas, do livro Momentos
de ouro, por Espíritos
diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Geem. Em
10.05.2010.
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