sábado, 15 de outubro de 2016

Estudo do capítulo 2 de Nosso Lar

Casa Espírita Missionários da Luz - ESDE - 01/03/2016

Tema: Estudo do capítulo 2 de Nosso Lar
 Coordenador: Augusto
Objetivos:
1)    Refletir sobre a condição de vida de André Luiz e os reflexos na sua condição após a desencarnação;
2)    Relacionar as características do suicídio involuntário com a Lei de Conservação;
3)    Levar os participantes a refletirem sobre seu estilo de vida: estou muito ligado aos prazeres, paixões, vícios e coisas materiais?

Bibliografia:
O Nosso Lar, Cap. 2
A Gênese, cap. I itens 32, 33
O Livro dos Espíritos, perguntas 253, 255,256,658,660,713, 714,944, 952
O Céu e o Inferno cap. VIII itens 12,13 e 17

Material: apresentação PowerPoint; textos para os grupos.

Desenvolvimento:
  1. Leitura e prece inicial

Tarefa de casa da semana passada:
Por que André Luiz, não foi aprisionado por serem inferiores, porém inteligentes e dedicados ao mal?
O Céu e o Inferno, 1ª parte, Cap. VI “Espíritos Sofredores” – ‘PRÍNCIPE OURAN
Por mais sofredor, este Espírito tem assaz culta inteligência para exprimir-se de tal maneira. O que lhe faltava era apenas a humildade, sem a qual nenhum Espírito pode chegar a Deus. Essa humildade conquistou-a agora, (...)

  1. Dividir a turma em 3 grupos, para estudo de itens do capítulo 2 “Clarêncio” do livro Nosso Lar. Entregar a cada grupo, os comandos da tarefa e textos de apoio, se necessário. (20 min)

3.     Apresentação dos grupos (e projeção de slides de apoio de cada capítulo).





Grupo 1         Suicídio

“Suicida! Suicida! Criminoso! Infame! – gritos assim cercavam-me de todos os lados”

Por que André Luiz era chamado de suicida?
Relacione a situação de André Luiz com a Lei de Conservação.

LE 944. Tem o homem o direito de dispor da sua vida?
- Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei.

LE 713. Os gozos têm limites traçados pela Natureza?
- Sim, para vos indicar o limite do necessário. Mas através dos excessos chegais à saciedade e, com isso, puni-vos a vós mesmos.

LE 714. O que pensar do homem que busca, nos excessos de todos os gêneros, um refinamento de seus prazeres?
- Pobre ser, digno de lástima, e não de inveja, pois ele está bem próximo da morte!
As doenças, as enfermidades e a própria morte, resultantes do abuso, são também punição à transgressão da lei de deus.

LE 952. O homem que perece vítima do abuso de paixões que, como sabia iriam acelerar seu fim, mas às quais ele não pode resistir, pois o hábito fez dessas verdadeiras necessidades físicas, está cometendo um suicídio?
-“É um suicídio moral. Não compreendeis eis que, nesse caso, o homem é duplamente culpado? Há nele falta de coragem e bestialidade, além do esquecimento de Deus. ”

LE 952.a) - É mais, ou menos, culpado do que aquele que tira sua própria vida por desespero?
“É mais culpado, porque tem tempo de refletir sobre o seu suicídio. No caso daquele que o faz instantaneamente, há, às vezes, uma espécie de perturbação, que se assemelha à loucura. O outro será muito mais punido, pois as penas são sempre proporcionadas à consciência que se tem dos erros cometidos. ”


Grupo 2         Sensações dos Espíritos

“Crescera-me a barba, a roupa começava a romper-se com os esforços da resistência, na região desconhecida.
Persistiam as necessidades fisiológicas, sem modificação. Castigava-me a fome todas as fibras, ...
De quando em quando, deparavam-se-me verduras que me pareciam agrestes, em torno de humildes filetes d´agua a que me atirava sequioso. Devorava as folhas desconhecidas ”

Explique como um Espirito desencarnado sente fome, sede, barba e cabelo crescem conforme aconteceu com André Luiz. Que roupa é esta que ele usava e como estragava?
LE 253. Os Espíritos experimentam as nossas necessidades e sofrimentos físicos?
“Eles os conhecem, porque os sofreram, não os experimentam, porém, materialmente, como vós outros: são Espíritos. ”
LE 255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é seu sofrimento?
“Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente do que todos os sofrimentos físicos. ”

LE 256. Como é então que alguns Espíritos se têm queixado de sofrer frio ou calor?
“Lembrança do que suportaram durante a vida, as vezes tão penosa quanto a realidade. Muitas vezes, trata-se de uma comparação através da qual exprimem a sua situação por falta de outra forma melhor. Quando se lembram do corpo, experimentam uma espécie de impressão, como quando se tira uma capa e, algum tempo depois, tem-se a sensação de ainda estar com ela.

126. Temos dito que os Espíritos se apresentam vestidos de túnicas, envoltos em largos panos, ou mesmo com os trajes que usavam em vida.
128.4. .... Sobre os elementos materiais disseminados por todos os pontos do espaço, na vossa atmosfera, têm os Espíritos um poder que estais longe de suspeitar. Podem, pois, eles concentrar à sua vontade esses elementos e dar-lhes a forma aparente que corresponda à dos objetos materiais.
LM Cap. VIII

128. 16. O Espírito tem sempre o conhecimento exato do modo por que compõe suas vestes, ou os objetos cuja aparência ele faz visível?
"Não; muitas vezes concorre para a formação de todas essas coisas, praticando um ato instintivo, que ele próprio não compreende, se já não estiver bastante esclarecido para isso."
LM Cap. VIII


Grupo 3         Resgate

Eu, que detestara as religiões no mundo, experimentava agora a necessidade de conforto místico.
E, quando as energias me faltaram de todo, quando me senti absolutamente colado ao lodo da Terra, sem forças para reerguer-me, pedi ao Supremo Autor da Natureza me estendesse mãos paternais, em tão amargurosa emergência.

Ah! é preciso haver sofrido muito, para entender todas as misteriosas belezas da oração; é necessário haver conhecido o remorso, a humilhação, a extrema desventura, para tomar com eficácia o sublime elixir de esperança. Foi nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu, emissário dos Céus.

Por que o benfeitor Clarêncio foi ao encontro de André Luiz?
Relacione estes dois parágrafos anteriores com o tempo de permanência no umbral e o processo de resgate.


LE 658. Agrada a Deus a prece?
- “A prece é sempre agradável a Deus, quando ditada pelo coração, pois, para Ele, a intenção é tudo. Assim, preferível Lhe é a prece do íntimo à prece lida, por muito bela que seja, se for lida mais com os lábios do que com o coração. Agrada-Lhe a prece, quando dita com fé, com fervor e sinceridade. Mas, não creias que O toque a do homem fútil, orgulhoso e egoísta, a menos que signifique, de sua parte, um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade. ”

LE 660. A prece torna melhor o homem?
“Sim, porquanto aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade. ”

A Gênese Cap.I item32. - Pelo estudo da situação dos Espíritos, o homem sabe que a felicidade e a desdita, na vida espiritual, são inerentes ao grau de perfeição e de imperfeição; que cada qual sofre as consequências diretas e naturais de suas faltas, ou, por outra, que é punido no que pecou; que essas consequências duram tanto quanto a causa que as produziu; que, por conseguinte, o culpado sofreria eternamente, se persistisse no mal, mas que o sofrimento cessa com o arrependimento e a reparação; ora, como depende de cada um o seu aperfeiçoamento, todos podem, em virtude do livre-arbítrio, prolongar ou abreviar seus sofrimentos, como o doente sofre, pelos seus excessos, enquanto não lhes põe termo.

Código penal da vida futura
12º - Não há regra absoluta nem uniforme quanto à natureza e duração do castigo: - a única lei geral é que toda falta terá punição, e terá recompensa todo ato meritório, segundo o seu valor.
O Céu e o Inferno – Cap. VII, 1ª parte.

13º - A duração do castigo depende da melhoria do Espírito culpado. Nenhuma condenação por tempo determinado lhe é prescrita. O que Deus exige pôr termo de sofrimentos é um melhoramento sério, efetivo, sincero, de volta ao bem.
Deste modo o Espírito pode prolongar os sofrimentos pela pertinácia no mal, ou suavizá-los e anulá-los pela prática do bem. Uma condenação por tempo predeterminado teria o duplo inconveniente de continuar o martírio do Espírito renegado, ou de libertá-lo do sofrimento quando ainda permanecesse no mal. Ora, Deus, que é justo, só pune o mal enquanto existe, e deixa de o punir quando não existe mais ...
O Céu e o Inferno – Cap. VII, 1ª parte.

17º - O arrependimento pode dar-se por toda parte e em qualquer tempo; se for tarde, porém, o culpado sofre por mais tempo.
Até que os últimos vestígios da falta desapareçam, a expiação consiste nos sofrimentos físicos e morais que lhe são consequentes, seja na vida atual, seja na vida espiritual após a morte, ou ainda em nova existência corporal ...
O Céu e o Inferno – Cap. VII, 1ª parte.



4.    Trabalho de casa:

 Porque André Luiz foi levado direto para o Nosso Lar?

5.    Prece final.


Conteúdos Capítulo 2 “Clarêncio”

Grupo 1 - Suicídio

“Suicida! Suicida! Criminoso! Infame! – gritos assim cercavam-me de todos os lados. ”

Por que André Luiz era chamado de suicida?
Relacione a situação de André Luiz com a Lei de Conservação.





Conteúdos Capítulo 2 “Clarêncio”

Grupo 2 – Sensações dos Espíritos

“Crescera-me a barba, a roupa começava a romper-se com os esforços da resistência, na região desconhecida.
Persistiam as necessidades fisiológicas, sem modificação. Castigava-me a fome todas as fibras, ...
De quando em quando, deparavam-se-me verduras que me pareciam agrestes, em torno de humildes filetes d´agua a que me atirava sequioso. Devorava as folhas desconhecidas ”

Explique como um Espirito desencarnado sente fome, sede, barba e cabelo crescem conforme aconteceu com André Luiz. Que roupa é esta que ele usava e como estragava?





Conteúdos Capítulo 2 “Clarêncio”

Grupo 3 - Resgate

Eu, que detestara as religiões no mundo, experimentava agora a necessidade de conforto místico.
E, quando as energias me faltaram de todo, quando me senti absolutamente colado ao lodo da Terra, sem forças para reerguer-me, pedi ao Supremo Autor da Natureza me estendesse mãos paternais, em tão amargurosa emergência.

Ah! é preciso haver sofrido muito, para entender todas as misteriosas belezas da oração; é necessário haver conhecido o remorso, a humilhação, a extrema desventura, para tomar com eficácia o sublime elixir de esperança. Foi nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu, emissário dos Céus.

Por que o benfeitor Clarêncio foi ao encontro de André Luiz?

Relacione os dois parágrafos anteriores com o tempo de permanência no umbral e o processo de resgate.

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